Em maio de 1960, dois anos após o falecimento de Josei Toda, Daisaku Ikeda, então com 32 anos, assumiu a presidência da Soka Gakkai, tornando-se seu terceiro presidente. Sob sua liderança, a organização entrou em um período de significativo crescimento institucional e de expansão de suas atividades, com ênfase nas áreas da cultura, da educação e da promoção da paz, tanto no Japão quanto internacionalmente.
Com base na visão deixada por Josei Toda, Ikeda dedicou-se à concretização de iniciativas que materializassem os ideais budistas na sociedade, promovendo o diálogo, o humanismo e a responsabilidade social.
Em 1975, foi instituída a Soka Gakkai Internacional (SGI), como uma associação global que congrega organizações independentes da Soka Gakkai em diversos países e territórios. Nesse contexto, Ikeda assumiu a presidência da SGI, cargo a partir do qual ampliou o alcance internacional das ações do movimento.
Defensor consistente do diálogo como fundamento da paz duradoura, Ikeda promoveu intercâmbios com líderes, acadêmicos e representantes da sociedade civil em todo o mundo, nas áreas da paz, da cultura e da educação. Como parte dessa visão, fundou diversos institutos de pesquisa independentes e sem fins lucrativos, voltados à cooperação intercultural e interdisciplinar.
Entre essas iniciativas destacam-se a Associação de Concertos Min-On e o Museu de Arte Fuji de Tóquio, que atuam na promoção da compreensão mútua e do intercâmbio cultural por meio das artes.