A respeito do tema “humanismo e cidadania”, o presidente Daisaku Ikeda, em um discurso proferido em maio de 1993, afirma:

O ser humano, o indivíduo, possui máxima relevância. Nacionalidade, posição social, ideologia — nada disso importa. O ser humano é o fator fundamental. Meus esforços sempre são voltados para as pessoas. Tudo depende do indivíduo — como agimos e nos comportamos como ser humano. […] 

Dessa forma, com o intuito de contribuir para a construção de uma cultura de paz duradoura, Daisaku Ikeda redigiu, a partir de 1983, 40 propostas anuais de paz direcionadas à comunidade internacional que abordam os desafios enfrentados pela humanidade em seis áreas principais: paz; desarmamento; meio ambiente e sustentabilidade; educação em direitos humanos; ajuda humanitária; e igualdade de gênero e empoderamento das mulheres.

Além de apresentar soluções e respostas fundamentadas na filosofia budista, são realizadas atividades de conscientização como exposições, simpósios, diálogos inter-religiosos, eventos culturais e apoio a iniciativas das Nações Unidas.

Dessa forma, alguns talvez pensem no budismo como algo pertencente a um contexto isolado da vida cotidiana, mas esse não é o budismo genuíno, conforme concebido por Shakyamuni, cujo ensinamento revelou e elucidou um caminho de vida e humanismo eterno e universal.

“O propósito do advento do buda Shakyamuni, senhor dos ensinamentos, neste mundo, reside em seu comportamento como ser humano.” […] – Nichiren Daishonin